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Em agosto de 1981, o Rabino Shabsi Alpern, diretor do Beit Chabad central do Brasil sediado em S. Paulo, procurando expandir o trabalho do Chabad no Brasil, encontrou se com o jovem Rabino, recém formado, Yossef Dubrawsky e sua esposa Tila em Nova York, e ofereceu-lhes a oportunidade de atuar na cidade de Curitiba abrindo um Beit Chabad (Beit em hebraico significa casa, “Casa de Chabad”).
Um Beit Chabad visa trazer a fé, o calor e alegria da nossa religião a todos os níveis sociais e faixas etárias de uma comunidade, através de contato pessoal, amizade, apoio material e espiritual, promoção de eventos, aulas, atividades e palestras a toda a comunidade.
Após ambos os lados receberem aprovação e a bênção do Lubavitcher Rebe, o contrato foi realizado. Começou a parte burocrática, documentação etc. Em 20 de janeiro o casal, sua filha de dois anos e o filho de dez meses desembarcam em S. Paulo. Ficaram sete semanas em S. Paulo aprendendo Português enquanto os amigos do Chabad em Curitiba, os saudosos Sr. Manfred Silberspitz z”l e sua esposa Cecília, organizavam um apartamento bem centralizado na capital paranaense. Chegaram a Curitiba em março, dois dias antes da festa de Purim.
Esta festa foi comemorada na Sinagoga Francisco Frischmann com a participação do novo casal. Nos meses seguintes o Rabino Dubrawsky e sua esposa começaram a oferecer aulas em seu apartamento em yidish, hebraico e inglês sobre temas de judaísmo. Todo Shabat e Yom Tov compartilhavam a sua mesa com famílias diferentes, conhecendo e conquistando amigos.
Fatos Marcantes:
Para dar um impulso à mitsvá do acendimento das velas de Shabat e depois das velas de Chanucá montamos na fábrica “Studio Tacto” uma linha de produção de castiçais. Através da gentil colaboração de seu proprietário, Sr. José Feferbaum, milhares de castiçais para Shabat e Chanuká foram distribuídos gratuitamente na comunidade de Curitiba e em outras cidades.
A inauguração da primeira mikvê em Curitiba foi em dezembro de 1983 dando assim a oportunidade para se observar a preciosa mitsvá de Pureza familiar. Um desafio junto a então diretoria da Federação Israelita foi preparar alimentação Kasher e ambiente de Shabat para centenas de jovens de diversos locais no Brasil que viriam para participar das Macabiadas no CIP em 1985. Em Setembro de 1985, organizamos com a colaboração de todas as entidades judaicas de Curitiba uma linda EXPO Judaica, que atraiu centenas de pessoas para o CIP, apesar da forte chuva que caía naquele dia.
Aos domingos eram realizadas as atividades do clubinho Tsivot Hashem para crianças de 6-13 anos, na Sinagoga Fransisco Frischman, onde durante vários anos as crianças tiveram reuniões divertidas aprendendo judaísmo, fazendo trabalhos manuais criativos e gincanas. Depois começou o playgroup para crianças de 2-3 anos nas terças e quintas que se tornou no clubinho e escolinha que temos até hoje. A primeira colônia de férias Gan Israel foi em julho de 1984.
Datas:
A primeira Chanukiá gigante em Praça publica foi em 1986 e passou a ser uma tradição em Curitiba. Durante vários anos todas as famílias da comunidade recebiam mishloach manot entregue por voluntários da comunidade. Uma grande Suká abraçava a todos os judeus da comunidade por igual com Kidushim festivos à partir do ano de 1983.
Em março de 1988 realizou-se a semana da Mulher judia com a famosa cantora Rutie Navon somente para o público feminino. Em novembro de 1992 foi promovido o desfile das grandes mulheres da historia judaica. O Rock Chassidico em dezembro de 1992 marcou 10 anos de atuação do Beit Chabad com um jantar de queijos e vinhos Casher no Buffet do Batel.
Atividades:
Envolvimento da comunidade em festas de Opsherenish, Bar Mitsvah no estilo Chassidico, Casamentos chassidicos. Mulheres apreciam as orações e leitura de Salmos e estudo de Torá. 1985/1992. Kits para recém nascidos, apoio para mulheres indo ao parto, aulas para noivas, aconselhamento para casais, clube de Bat Mitsvah. Casherização de lares. Inauguração da nova mikve em Elul de 2001 traz novo impulso para uma mitsva tão importante. Começa o fenômeno dos Baalei Teshuva jovens, famílias inteiras, made in curitiba com muito carinho e dedicação agora espalhadas e atuando em Israel, S. Paulo, Rio de Janeiro, Las Vegas e N. Y. O nome de D’us é engrandecido; outras entidades hoje usam o B”H em seus convites e boletins.
Chabad procura despertar a faísca brilhante já existente em cada judeu provendo os “fósforos” para cada um acender a sua “chama” interior.
Sedes:
Al. Cabral, R. Buenos Aires, Rua Cel. Dulcídio (1984), Av. Vicente Machado (1985-1993), Av. Sete de Setembro (1993-1997). Em abril de 1997 mudamos para sede definitiva.(Rua Alferes Angelo Sampaio, 370)
O Beit ChabadO Beit Chabad do Paraná é uma entidade judaica beneficente, apolítica filiada ao Movimento Chabad-Lubavitch Mundial, dedicada a atividades culturais, sociais e de assistência que visa atender as necessidades da comunidade, abrindo oportunidade para que judeus, de todos os níveis, descubram e ampliem seu conhecimento na busca de sua herança genuína: a Torá - nosso verdadeiro e imutável guia de vida
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Shalom
Quanto aos seus antepassados serem judeus, você tem que descobrir se suas avó, bisavó materna são judias.Pois judeu é filho de mãe judia ou convertido pela Halacha!
Caso você por parte de mãe não seja judia, mas por parte de pai seja “judia”, será reconhecida por Judeus liberais, mas NÃO ortodoxos!
Bom, creio que você saiba que todo judeu independente de ser liberal, masorti ou ortodoxo antes de tudo é judeu.
É como cidadania, se você nasce num país independente do que faça você tem a nacionalidade de onde nasceu, mas se você quer se naturalizar tem de aceitar todas as leis, e assim é o Judaísmo, se você nasce judia é judia independente de ser liberal ou haredi mas se você quer se converter precisa aceitar mitzvot.
A conversão deve ser realizada sob a orientação de um rabino ortodoxo para que tenha validade e siga as orientações de nossos sábios, conforme estabelecido pela Torá.
Ou seja, a Torá não é brinquedo como alguns acham que é!
Uma pessoa deve tornar-se judia através da conversão para que seja considerada como tal, pois através deste procedimento se tornará apta a receber uma neshamá, uma alma judia. Isto só se torna possível através de uma conversão válida, após passar por diversas etapas que a preparam para a conversão, entre as quais o estudo e prática da Torá, sob a orientação de um rabino competente.
E não quero te desanimar, mas a conversão ortodoxa e um caminho SIM muito difícil, porém se você realmente deseja isso, você enfrenta!
Porque escolher o mais fácil se o mais fácil é de certa forma contra a Torá?
Mas voltando ao tema, se seus ascedentes maternos forem judeus você é judia mas pra isso, só MÃE, por exemplo sua tataravó da qual nasceu sua bisavó, da qual nasceu sua avó, da qual nasceu sua mãe e que nasceu você e seus filhos netos e assim vai.
Bom é isso!
Espero ter ajudado,
Caroline Hubner.
Um grande abraço,
Shalom
Porém uma pessoa que deseja se converter deve aceitar 613 mitzvot integralmente.Porém deve ser realizada uma conversão de acordo com a Halachah.(Lei Judaica).
Na verdade acho aconselhável que procure algum Rabino em SP. Posso até indicar alguns Rabinos para você em SP e você pode dizer que eu que indiquei.Se você quiser é claro.Mas uma coisa te garanto a conversão é um caminho árduo.Realmente muito difícil.Portanto para se converter NA MINHA OPINIÃO deve ser um desejo sincero e uma conversão de acordo com a Halachah.Ou seja, difícil SIM. Não é fácil. Porém melhor o caminho difícil de acordo com a Halachah do que o fácil sem estar de acordo com a Halachah.
Não estou dizendo para você se converter.De forma alguma, eu até aconselho que está ótimo cumprir as sete leis de Noach.Eu particularmente não aconselho ninguém a conversão, as sete leis de noach são universais. Portanto, conforme a Lei Judaica, antes de passar pelo processo de conversão, o Rabinato deve examinar cada caso para sentir se realmente é sincero. Com relação ao próprio processo de conversão, este deve ser feito por um Bet Din (Tribunal Rabínico) composto por três rabinos idôneos (que cumprem as leis judaicas à risca, logicamente), sendo estes conhecedores da Halachá a fundo. Uma pessoa que passe por este tipo de conversão é considerada judia em todos os aspectos, igual a qualquer outro judeu de nascença. Uma pessoa, entretanto, que passa por uma conversão fictícia, por mais bem intencionada que seja, não pode ser considerada judia, não apenas conforme o chassidismo, mas conforme a Halachá; pois, no momento de uma conversão real, ocorre não somente uma mudança nos hábitos da pessoa, mas algo mais profundo: ela recebe uma alma judia. Isto só pode ocorrer quando a conversão é feita de acordo com a vontade do Criador das almas, a qual Ele expressou na Halachá por intermédio de Moshê. Isto não quer dizer que uma pessoa que passou por outro tipo de conversão não seja benquista pela Halachá; muito pelo contrário, pode ser até que tenha as melhores intenções e seja uma ótima candidata, só que escolheu este caminho por falta de instrução.
Mas o que quero dizer com sete leis de Noach? Toda a humanidade deve crer em D’us e, na verdade, o Judaísmo encoraja esta crença. Não existe "crença judaica" em D’us – há um único D’us no qual os judeus crêem e ensinam todos a acreditar. Além disso, D’us deu a Torá, com suas 613 mitsvot, ao povo judeu. No entanto, Ele também deu aos povos não-judeus um código moral paralelo que complementa a Torá: as Sete Leis de Nôach. Ele espera que todos seres humanos e sociedades vivam segundo este código. Os Sábios nos dizem que um não-judeu que cumpre estas leis tem as mesmas recompensas no Mundo Vindouro que um judeu que cumpre as 613 mitsvot. Portanto, não há necessidade de um não-judeu converter-se ao Judaísmo para desfrutar um relacionamento pessoal com D’us.
Na verdade estou apenas respondendo sua pergunta!
A Gut Voch!
Assim falou Yavé para abrão no livro de genêsis.
Gostaria de saber se na região d Rhavenia antiga Italia existiu Judeus Italianos que alem do sobrenome judaico levaram nome dos principados de Rhavenia como os "PAVANI"?
Você tem muitas coisas maravilhosas e únicas com as quais contribuir para a humanidade. Mas 613 mitsvot, com todos os detalhes das leis quem disse que servem para toda alma que vem a este planeta?Você falou que vocês estão cumprindo mitzvot.
Quanto a isso posso dizer que se vocês cumprem uma mitsvá, pode ser uma coisa muito boa e vocês podem se sentir bem cumprindo mitzvot.
Mas a questão não é se sentir bem, a menos que isso seja um dos atos universais Noahides. No caso de não ser um dos atos universais Noahides vocês não receberam ordens de fazê-lo.Ah! Não vamos esquecer de algo importante à palavra mitsvá também significa "conexão” Porque se é uma ordem do Criador, fazer algo, uma conexão é estabelecida. Mas quando vocês decidem por si mesmos fazer uma mitsvá, onde está a conexão? Estão fazendo porque D'us pediu a vocês para fazer? Não, com toda a certeza.Vocês estão fazendo porque decidiram fazer. Vocês ordenaram a vocês. É a mitsvá de Ruth, Chana e Shimshom. Mas nada tem a ver com o Criador (a menos que vocês decidam usar esse titulo).
Mas e aí? O que quero dizer?Quero dizer que vocês ainda tem mitzvot Noahides. Mas e se vocês não estão satisfeitos com isso?Talvez vocês, Ruth Chana e Shimshom sintam afinidade com nosso povo. Talvez sejam exatamente uma daquelas almas perdidas que Rabi Chaim Atar discute, que é realmente judeu por dentro.
Talvez vocês achem que estou sendo intolerante coma pergunta que vou fazer, mas preciso fazê-la:
Por que motivo querem juntar-se ao nosso povo? Vocês nunca ouviram, ou leram sobre as perseguições e opressões ao nosso povo no decorrer da história? Nunca ouviram falar que, mesmo que façamos coisas boas, o mundo não suporta o fato de que existimos? Vocês estão realmente comprometidos a fazer o que diz a Torá?”, realmente acreditam que conseguem levantar-se às extremamente cedo para a reza de todas as manhãs?" Identifica-se conosco? Com nossos afazeres como um povo? Serão um de nós, não importa o que eles lhe darão por causa disso?
Uma reflexão importante:
O que fariam se algumas pessoas exigissem que vocês “entregassem” um judeu para matar caso contrario essas pessoas matariam todos os judeus ali presentes?
Tenho certeza, que a provável resposta de vocês é: Entregaríamos apenas um Judeu afinal se deixássemos de entregar o Judeu que pediram ,todos seriam mortos .Vocês devem imaginar que é melhor entregar um judeu do que todos morrerem.Somos um povo.
Podemos entender uma regra da Mishná, ratificada como halachá por Maimônides:
Se os pagãos exigirem de uma comunidade judaica: "Dê-nos um dos seus para matarmos, ou mataremos todos vocês!" Toda a comunidade deve oferecer suas vidas, ao invés de entregar uma única alma de judeu.
Já disse isso a varias pessoas e essas pessoas ficaram chocadas.
Perguntam-se porque? A resposta é simples de mais.
Porque em cada judeu está o povo judeu inteiro.
Se um judeu está vagando na assimilação, nós todos estamos com ele. Quando ele descobrir que é judeu e voltar ao judaísmo, todos nós iremos junto.
Sabe lembro da minha avó sobrevivente do Holocausto, ela sobreviveu mas nunca negou a D`us. Entendeu o sentido da coisa? Primeiro tem de identificar-se conosco como um povo. Depois vem a aceitação do "jugo da Torá”. Um Guer deve aceitar todas as mitzvot da Torá a fim de tornar-se judeu.
Agora vem a resposta em relação aos telefones que você pediu:
Não quero deixar nomes e números de telefones expostos aqui, por favor, entrar em
contato pelo telefone (41)9221-2678.
Se preferir posso ligar para vocês e passar o numero.(Se essa for sua opção, favor deixar o numero)
Mas peço que não esqueça que não faz sentido uma cadeira querer se tornar uma mesa. São raros os casos em que não-judeus têm especial relevância para a conversão, mas isso é muito raro do ponto de vista da Torá.
Observações:
*Não posso atender telefonemas pela manhã, por favor, pode me ligar qualquer dia a tarde de preferencia do 12:45 e 13:20 se não puder pode ser qualquer horario a tarde.Exceto quinta-feira a tarde.
* Por favor, não me ligar no shabat.Recuso-me a atender ligações no shabat.
* As vezes meu celular está sem bateria, portanto a ligação falha, se quiser pode me mandar uma mensagem, aí vejo seu numero e retorno.
*Se quiser podemos nos comunicar via MSN (microfone) e passo o numero.Meu MSN é :
carolinehubner@hotmail.co.il
Aguardo.
Caroline.